terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Onde ser voluntário em Brasília



Retirei do site http://www.voluntarios.com.br :
Segundo as definição das Nações Unidas, "o voluntário é o jovem ou o adulto que, devido a seu interesse pessoal e ao seu espírito cívico, dedica parte do seu tempo, sem remuneração alguma, a diversas formas de atividades, organizadas ou não, de bem estar social, ou outros campos"

Vale ressaltar que se você não tem tempo, pode contribuir também com dinheiro ou doação de alimentação, medicamentos, roupas e produtos de higiene.

O mais importante é você querer contribuir !!!

Como o blog é sobre a oncologia, aí vão algumas ONGs aqui em Brasília que atua diretamente com os pacientes oncologicos:

ABRACE


Sede da Abrace


SCS Quadra 2, Nº 164, Bloco C, 4º e 5º andares.


Edifício Wady Cecílio II. Brasília, DF.

CEP: 70.302-915. Tel.: (61) 3212.6070


Casa de apoio


Área especial 1. Cave.


Guará II. Brasília, DF.

CEP: 71.060-230. Tel.: (61) 3381.7265

ABAC -LUZ


SCS Quadra 01 bloco "M" sobreloja 5/8


Ed. Gilberto Salomão Brasília - DF 
Tel:(61) 3343- 2412/ 3343-0321


ABRAPEC


QNA 44 Casa 30 - Taguatinga Norte/DF


CEP: 72110-440


Tel.: (061) 3352-3157


ABRACC


SCS Q1 S , 004


Bairro: Setor Comercial Sul


Cidade: Brasília / DF



Tel: (61)  4062-0108

Para saber outros lugares onde você pode ser voluntário:
http://www.voluntarios.org.br/ - Site específico para voluntários no DF







"A caridade é um exercício espiritual... Quem pratica o bem, coloca em movimento as forças da 



Imagem:
http://guia.via6.com/wp-content/uploads/2012/11/trabalho-volunt%C3%A1rio.jpg

Cabeça e pescoço 01

Boa noite!

Na postagem de hoje irei falar sobre algumas partes anatômicas importantes do pescoço, para podermos entender os tipos de cirurgias e a atuação da fisioterapia.

Anatomia do pescoço:

Músculo:

Esternocleidomastoideo:                       
Ações principais:
 *Contração unilateral:
 roda a cabeça para o lado
**Contração bilateral:
 flexiona a coluna cervical 
(Encosta o queixo no peito).



Inervação:

Nervo Acessório:                              
XI nervo craniano 
(faz parte de um grupo 
de 12 pares de nervos)
Nervo responsável pela a
 movimentação da laringe, 
do trapézio e do esternocleidomastóideo.

Vascularização:

Veia jugular interna                    

Faz parte de várias veias 
do pescoço.
Ela ajuda a transportam o
sangue venoso (pobre em 
oxigênio) do crânio para outra
 veia, a veia subclávia .

Linfonodos:

Isso mesmo, nós temos em várias partes do nosso corpo, não
somente na mama. Da mesma forma que na mama também há
uma divisão, no pescoço a divisão dos linfonodos é mais
minuciosa, sendo um pouquinho mais difícil de entender.
Infelizmente não tem como facilitar a explicação, é só seguir o
texto com a imagem. Vendo várias vezes fica mais fácil de
entender.

Níveis de grupos linfáticos:


      Ia
    Linfonodos submentonianos


      Ib
            Linfonodos submandibulares

      II
            Linfonodos jugulares altos

III
 Linfonodos jugulares médios

IV
Linfonodos jugulares baixos

V
 Linfonodos do triângulo posterior

VI
 Linfonodos do compartimento anterior (paratraqueais, pré
laríngeos, peritireoideanos e recorrenciais).




Algumas figuras para ficar mais fácil entender:





Próxima postagem será sobre anatomia da cabeça (face)



Referência bibliográfica:

santacasasp.org.br/.../Esvaziamento%20Cervical.pdf (desativado)
http://www.forl.org.br/pdf/seminarios/seminario_18.pdf
http://es.wikipedia.org/wiki/M%C3%BAsculo_esternocleidomastoideo
http://www.rbcp.org.br/detalhe_artigo.asp?id=517 (Retirado do artigo:
 Anatomia cirúrgica do nervo acessório espinhal: como evitar lesões em procedimentos cirúrgicos no trígono cervical posterior
Autores: André Ferrão VargasI, Raquel MegaliII, Regina Maria Papais AlvarengaIII, José Fernando Guedes CorreaI . Ilustração de Raquel Megali, acadêmica de Medicina da UNIRIO.)
http://www.fisiologia.ufc.br/Ensino/NervosCranianos.pdf
http://www.concursoefisioterapia.com/2010/08/reabilitacao-fisioterapeutica-apos.html
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0100-39842004000500010&script=sci_arttext (Imagem cedida pela Dr Regina Elia Gomes e Dr Guilherme Falleros Mendes)












terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

XVIII Congresso Brasileiro de Oncologia Clinica

Galera, mais congresso aqui em Brasília!
23 a 26 de Outubro de 2013.







Vamos participar!

Para saber mais informações clique no link do site:

http://www.sboc2013.com.br/index.php

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

O blog agora tem uma página no Facebook

Hello galera!!

Agora o blog tem uma página no Facebook, basta curtir a página que você receberá todas as atualizações do blog !!! Mais fácil, não???

http://www.facebook.com/FisioterapiaOncologicaBrasilia

Relembrando, semana que vem o assunto será Anatomia da cabeça e pescoço para que possamos entender a atuação da fisioterapia nesta área.


Abaixo- assinado para a construção do Hospital do câncer do DF/ Entrevista com Dr Rodrigo Pinheiro


Bom tarde !

Hoje irei falar sobre o abaixo – assinado para a construção do Hospital do Câncer do DF.
Para nos explicar melhor sobre a oncologia em Brasília e o abaixo assinado, entrevistei o DR Rodrigo Nascimento Pinheiro, médico cirurgião oncológico (formado pelo Instituto Nacional do Câncer-INCA/MS,Titular do Colégio Brasileiro de Cirurgiões – TCBC) que faz parte do grupo de médicos  a frente do abaixo - assinado.

Fisioterapia oncológica: Como você vê a oncologia em Brasília?
Dr Rodrigo: Em termo de serviço  a oncologia em Brasília está iniciando. Sendo que já temos profissionais  de curriculo internacional , possuindo qualidade técnica de excelência, tanto na parte de cirurgia quanto na parte clinica.

Fisioterapia oncológica: Como está a eficiência dos atendimentos oncológicos  em rede privada e rede publica.
Dr Rodrigo : Em rede particular- Quando você procura um profissional da área (como um cirurgião e um clinico oncológico) o atendimento é eficiente como em qualquer área do Brasil, pois Brasília possuí  uma  equipe especializada de qualidade.

Entenda o porque do profissional especializado:
TEXTO TIRADO DO SITE DO DR RODRIGO: A cirurgia é a principal forma terapêutica do câncer e que falhas em sua realização são irremediáveis e catastróficas para o paciente, podemos compreender a importância deste profissional especializado que é o Cirurgião Oncológico, e que sua participação no tratamento de neoplasias, não só diminui os riscos e complicações do tratamento como, segundo a literatura atual, constitui um dos principais fatores de cura, pois sua vivência e treinamento amplos nas diversas áreas cirúrgicas permitem que tumores tidos por outros como irressecáveis (sem possibilidade de retirada) e/ou inoperáveis, sejam devidamente tratados com a única modalidade de tratamento que realmente assegura a cura: a cirurgia bem realizada. 
Em rede púbica – O atendimento publico é bem deficitário, difícil, não existem serviços devidamente estabelecidos para isso, precisando de estrutura.

Fisioterapia oncológica : Qual é a importância para Brasília a construção de um Hospital especializado em oncologia?
Dr Rodrigo :A sociedade vai ganhar mais gente atendida, maior chance de cura, com uma chance maior de tratamento, com o custo menor para o povo. Tanto em relação ao ponto de vista de vidas que são perdidas sem o tratamento adequado, quando o ponto de vista econômico.

TEXTO TIRADO  DO ABAIXO- ASSINADO:
2- No Distrito Federal, ocorrem mais de 2.500 mortes decorrentes do câncer por ano, ficando atrás apenas das causas cardiovasculares. Em 2030, teremos quase 20% com idade superior a 60 anos. Apesar de 1 em cada 6 casos de câncer ser passível de prevenção, a OMS estima que o número de casos sofrerá um aumento de 75% , afetando principalmente os países em desenvolvimento com hábitos ocidentais. 
3- O tratamento do câncer, no âmbito do Distrito Federal, é realizado dispersamente em hospitais gerais. Dentre as características desta política de saúde, podemos destacar: 

• (...) Pacientes oncológicos tem seu diagnóstico retardado porque disputam o acesso às consultas médicas e exames de pacientes com doenças menos graves. Da mesma forma, o acesso ao tratamento cirúrgico é realizado nos hospitais regionais, sempre acompanhado por uma competição com as listas extensas de pacientes portadores de doenças benignas ou vítimas de traumas. Nos prontos-socorros, os pacientes esperam por exames, pareceres dos especialistas e definição do tratamento, contribuindo desnecessariamente para a superlotação das emergências. 
• A assistência oncológica em uma rede geograficamente dispersa bloqueia etapas importantes do tratamento do câncer como a discussão e planejamento iniciais, impede a abordagem multidisciplinar e integral, bem como alarga o tempo gasto pelo paciente na referência e contra-referência entre as etapas necessárias. Instala-se o desperdício de tempo (...).
7- O Distrito Federal, lamentavelmente, não conta com um hospital especializado e exclusivamente dedicado ao tratamento do câncer. A construção de tal estrutura resultará na estruturação da assistência oncológica local, com todos os benefícios decorrentes para a sociedade. 

Fisioterapia oncológica :Nos fale a respeito do abaixo assinado  e como fazer para participar.
Dr Rodrigo : O abaixo assinado é uma iniciativa é convencer ao Poder Público que o povo pede o Hospital do Câncer . Por meio do I congresso de Cirurgia Oncológica – Regional Brasília, foi discutido a importância de um hospital especializado, sendo realizado um abaixo- assinado para a construção do Hospital do Câncer no DF.

TEXTO TIRADO DA PETIÇÃO PÚBLICA:
Longe de desejar apontar culpados pelas políticas de saúde pública equivocadas que já duram mais que meio século, a sociedade civil organizada deseja SOLUÇÃO para o problema. 

Deste modo, solicitamos a construção do HOSPITAL DO CÂNCER DO DISTRITO FEDERAL. 

Para participar do abaixo-assinado:

Clique em:
Em seguida é preciso colocar:
Nome completo
Email
Cidade
Ano de nascimento
E escolher como quer a privacidade do email

Clicar em:


Em seguida você vai receber um email confirmando, abra o email em clique no link de confirmação.
PRONTO!!! Você está ajudando a fazer história em Brasília!
Mande para os familiares e amigos, todo mundo sai ganhando nesta causa!!
Abaixo está  o link da página no facebook do  HOSPITAL DO CÂNCER DO DISTRITO FEDERAL e o site do Dr Rodrigo Pinheiro.



Próximo post será como o assunto de mama, mas sobre cabeça e pescoço. O primeiro post será sobre anatomia da cabeça e do pescoço!

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Mama parte 06

Atuação da fisioterapia no Câncer de MAMA

OLÁ!

Hoje será a ultima postagem sobre o assunto este ano.
Falarei de uma forma simples e resumida como nós fisioterapeutas oncológicos atuamos no câncer de mama.


Pré -cirurgia:


Realizamos uma avaliação completa antes para que após a cirurgia podemos comparas as alterações e para detectar alguma alteração do movimento, da força ou da sensibilidade antes mesmo da cirurgia. além da avaliação orientamos a paciente em relação a cirurgia,  os cuidados imediatos que a paciente terá e as possíveis alterações que podem ocorrer a curto e a longo prazo. Sendo um momento para a paciente retirar todas as dúvidas quanto ao tratamento, curativo, drenos e movimentação do braço. 

Pré- Radioterapia :


Muito parecido com a conduta pré - operatória, será realizado uma avaliação previa e orientações em relação ao tratamento, além de tirar dúvidas da paciente.

Pós - operatório:


 No pós operatório imediato : Avaliação; orientação quanto aos cuidados com o membro superior, exercícios a 90° com o membro superior até a retirada dos pontos, retorno gradativo às atividades diárias  e posicionamento no leito. Sendo iniciados os primeiros exercícios (leves) , como a mobilização de ombro, de escápula , alongamentos cervicais e exercícios respiratórios.
No pós operatório tardio (cerca de 30 dias) : Avaliação; orientação quanto aos cuidados com o membro superior . O tratamento será traçado de acordo com as necessidades de cada paciente, podendo ser trabalhado exercícios para ganhar movimentação do braço, trabalho para ganho de força , diminuição da dor, retorno da sensibilidade , mobilização de cicatriz e tratamento para linfedema.

Durante ou pós radioterapia:


Muito parecido com a conduta pós operatória tardia, sendo realizada uma avaliação e a conduta será traçada em relação as necessidades do paciente, sendo realizados exercícios para ganhar movimentação do braço, trabalho para ganho de força , diminuição da dor, retorno da sensibilidade , mobilização de cicatriz.

Para que fique mais claro ilustrarei alguns exercícios realizados, alguns vídeos e um artigo do INCA sobre a rotina do hospital na área de câncer de mama.

LEMBRANDO:


 Cada hospital ou clinica possuí uma rotina;
NÃO realizar os exercícios aqui mostrados sem a supervisão de um profissional, cada paciente precisa de uma atenção especial e a prescrição de um exercício correto.













NÃO PENSEM QUE TODA PACIENTE  QUE TEVE CÂNCER DE MAMA TEM QUE ENFAIXAR O BRAÇO.

Artigo do INCA sobre a rotina do atendimento:

http://www.inca.gov.br/rbc/n_52/v01/pdf/condutas.pdf

Outros links sobre a atuação da fisioterapia no câncer de mama:

http://www.oncofisio.com.br/docs.php?menu=8&id=42
http://www.saocamilo-sp.br/pdf/mundo_saude/65/12_Fisioterapia_baixa.pdf
http://www.blog.mcientifica.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Exercicios-Reabilitacao.jpg








terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Mama 05




Hello galera, o post de hoje como havia dito será sobre possíveis alterações funcionais que podem acontecer após a mastectomia.

Lembrando que casa indivíduo é um ser ÚNICO, cada um responde de uma forma.  O fato de você ter feito a cirurgia, não quer dizer desenvolva alguma alteração funcional. Mas para que possamos entender uma das fases da atuação da fisioterapia, temos que saber quais são as possíveis alterações.

Segundo os autores GOMIDE; MATHEUS; REIS, CAMPANI; FRASSON, BARAÚNA SCHRENK WARMUTH os comprometimentos MAIS FREQUENTES no pós operatório para retirada de câncer de mama  são:

·         Linfedema

·         Dor

·         Aderência cicatricial

·         Diminuição da força muscular

·         Parestesias

·      Redução da mobilidade do membro homolateral  à cirurgia

E outra complicação como:

·         Síndrome da rede axilar

Segundo Campani e Frasson a principal causa de ocorrer a dor é devido a lesão do nervo intercostobraquial.

Entretanto, outros fatores como trauma cirúrgico e espasmo muscular da região cervical e do ombro, devidos à proteção muscular reflexa, podem também contribuir para o aparecimento da dor (GOMIDE; MATHEUS; REIS), estando esta associada a pontos dolorosos e pontos-gatilho (CERQUEIRA; BARBOSA; BERGMANN)

Segundo Henscher a ocorrência de distúrbios da sensibilidade está relacionada à secção ou trauma do ramo sensitivo do nervo intercostobraquial.

  O comprometimento do movimento do ombro pode ter origem multifatorial:

·         Os músculos peitorais, no ato cirúrgico, podem ser estirados, retirados ou traumatizados, sofrendo contraturas induzidas pela dor.

·         A radioterapia pode, também, causar fibrose do tendão e da bainha muscular, com consequente tensões musculares e limitação da movimentação do braço (KIM, HENSCHER, GOMIDE; MATHEUS; REIS).

·         Pela fadiga e pela presença de linfedema.

A insuficiência linfática pode ser mecânica ou dinâmica. A mecânica pode ser causada por interrupção anatômica ou pela radioterapia, caracterizada por alto conteúdo protéico nos linfonodos, podendo ser desenvolvido em semanas, meses ou anos após o tratamento do câncer (BRENNAN).

A infecção no membro operado, estresse muscular por excesso de uso do membro, vasodilatação por exposição ao calor local ou sistêmico, trauma no membro, massagem vigorosa e imobilização pode ocasionar linfedema (COHEN e TUNKEL).



As cicatrizes podem apresentar problemas como aderência, infecção, deiscência, fibrose e hipertrofia. A aderência cicatricial é a complicação mais frequente, caracterizada pela fixação anormal de tecidos que deveriam deslizar entre si. (CAMARGO e MARX).

Síndrome da rede axilar pode aparecer entre a segunda e a terceira semana pós-operatória. É formada por uma rede de cordões palpáveis sob a pele axilar, podendo passar pelo espaço cubital e ocasionalmente chegando até o polegar (MORKOVITZ).



O posicionamento da paciente durante a retirada dos linfonodos axilares e a retração tecidual causada na cirurgia são as possíveis causas da formação de coágulos de fibrina nas veias superficiais e capilares linfáticos, que compõe esta rede.

LEIDENIUS relata maior incidência da síndrome rede axilar após a linfadenectomia quando comparada a biopsia do linfonodo sentinela. Podendo ter uma melhora espontânea em 3 meses.


Próximo post será sobre a atuação da fisioterapia no câncer de mama.


Fonte (retirado dos artigos):

Leidenius M, Leivonen M, Vironen J, von Smitten K. The consequences of long-time arm morbidity in node-negative breast cancer patients with sentinel node biopsy or axillary clearance. J Surg Oncol. 2005;92(1):23-31.
Morkovitz AH, Anderson BO, Yeung RS, Byrd DR, Lawton TJ, Moe RE. Axillary web syndrome after axillary dissection. Am J Surg. 2001;181(5):434-9.
Camargo, M. C.; Marx, A. G. Reabilitação Física no Câncer de Mama. São Paulo: Roca, 2000.
Morkovitz AH, Anderson BO, Yeung RS, Byrd DR, Lawton TJ, Moe RE. Axillary web syndrome after axillary dissection. Am J Surg. 2001;181(5):434-9
Cohen SR, Payne DK, Tunkel RS. Lymphedema strategies for management. Cancer   Supplement, August 15, 2001;92(4).
Brennan MJ, Weitz J. Lymphedema thirty years after radical mastectomy.
Am J Phys Med Rehabil 1992;71:12-4.